Terça-feira de carnaval. Carnaval. Ta aí uma data que eu não gosto mesmo.
Não me agrada ver que as pessoas dão mais atenção a uma data desta do que às eleições, ou outros acontecimentos muito mais importantes. Por quatro dias ninguém morre, ninguém passa fome, ninguém mora nas ruas... enfim, tudo é alegria. E a quarta-feira vira a ressaca das tragédias que aconteceram enquanto os foliões esqueciam da vida.
Mas não é para criticar o carnaval que eu estou aqui hoje.
É pra falar como neste pouco tempo que estou longe, a palavra saudade ganhou novos significados para mim. Acordei com uma saudade imensa, de casa, dos amigos, da família, do Rio Grande do Sul.
E não adianta tomar chimarrão e fingir que está tudo em casa...Claro que até ajuda, mas não como deveria.
Talvez tudo isto seja a ansiedade de estar logo na minha terra, de escutar "Bá", "tri", e um "Barbaridade" pra não perder o costume.
O melhor a fazer é aprender a viver com a novidade.
É também, tirar o melhor proveito possível dessa experiência, pra logo poder estar "em casa" novamente.
Não me agrada ver que as pessoas dão mais atenção a uma data desta do que às eleições, ou outros acontecimentos muito mais importantes. Por quatro dias ninguém morre, ninguém passa fome, ninguém mora nas ruas... enfim, tudo é alegria. E a quarta-feira vira a ressaca das tragédias que aconteceram enquanto os foliões esqueciam da vida.
Mas não é para criticar o carnaval que eu estou aqui hoje.
É pra falar como neste pouco tempo que estou longe, a palavra saudade ganhou novos significados para mim. Acordei com uma saudade imensa, de casa, dos amigos, da família, do Rio Grande do Sul.
E não adianta tomar chimarrão e fingir que está tudo em casa...Claro que até ajuda, mas não como deveria.
Talvez tudo isto seja a ansiedade de estar logo na minha terra, de escutar "Bá", "tri", e um "Barbaridade" pra não perder o costume.
O melhor a fazer é aprender a viver com a novidade.
É também, tirar o melhor proveito possível dessa experiência, pra logo poder estar "em casa" novamente.
